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terça-feira, 22 de maio de 2018

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Feliz dia da toalha!

   É com muito prazer que venho falar sobre o dia da toalha

   
   O dia da toalha foi instituído para comemorar O guia do mochileiro das galáxias, uma obra que contempla as mídias: rádio, livro, televisão e cinema. O seu autor, Douglas Adams, escreveu roteiros para a BBC em 1978, uma série estranha que foi ganhando repercussão com o tempo e adquirindo fãs.
  Posteriormente a série ganhou proposta para ser escrita em livro e série  de televisão, e Douglas o fez, ganhando muitos fãs e proposta para que os roteiros de rádio se tornassem novos livros, o que para ele seria uma trilogia, tornou-se a famosa trilogia de cinco.
   O guia se tornou um livro importante para um grupo específico, que conhecemos como NERD, a ponto de os mochileiros resolverem homenagear o autor após a sua morte com a data em questão, a partir de 2001, comemorando o dia da toalha, esta que é o item mais importante para um mochileiro das galáxias ter.
   Hoje a data também é referência para o dia do orgulho nerd, o que pode gerar alguma confusão, mas é essa a relação, não outra, um veio pelo outro, não o contrário, pelo que eu saiba.
   Se você ainda não leu o Guia do mochileiro das galáxias, está aí uma ótima oportunidade para você! Sim, há o filme... mas não basta, veja o filme também, pois lá Douglas Adams inseriu mais uma história, a do nosso   Humma Kavula (interpretado pelo maravilhoso John Malcovich) e a arma do ponto de vista! Muitos fãs não gostam do filme devido ao fato de ele ter sido produzido pela Disney, eu gosto, sei que foi sofrido e que as concessões foram demais, porém, a luta do autor para colocar a história na telona faz com que eu tenha carinho pelo filme.


   Esperamos que você possa comemorar o dia da toalha lendo o guia, sabendo onde está a sua toalha e acompanhando o nosso blogue! Esperamos que concorde que somos mingo dupal!

Cosette

   O exercício de KAWAII dos alunos iniciantes foi com a referência das fotos da Cosette. Utilizamos linha guia, e formas simples como podemos observar nos videos do canal Draw so cute. 


Rayani  9 B

Juliana 9 B

Laura 5 D

Juliana 7 C

Gabriel 5 C

Paula 7 E

Rayssa 5 C

Leonardo 5 C 
Maria 6 D



Andressa  5 C

Marcela 5 C

Ryan 5 B


Beatriz 7 B

Luiz


Foto de referência


                       

A culpa não é das estrelas, pois eu esperava mais



  Quando vi a editora lançando e divulgando o livro "A culpa é das estrelas", de John Green, confesso que fiquei muito curiosa. Mais ainda ao ver o reboliço em meio aos leitores. Esperei A culpa não é das estrelas, pois eu esperava mais para comprar, preocupada com o fato de não dar conta de ler. Parei a leitura do Dorian Gray, que pretendo retomar. Eu o achei um pouco maçante. Não gosto muito de textos excessivamente descritivos. Mesmo que isso seja proposital e importante esteticamente para a obra.
    Assim que recebi o livro em sua versão econômica pus-me a ler.  A leitura é fácil e rápida. Se compararmos a degustação deste livro com a de alimentos, como fizeram vários sites na páscoa, sinto dizer que foi um leitinho com achocolatado morninho. Sim, eu esperava mais, John Green. Tema interessante, propósito interessante, abordagem jovem e com boas intenções, mas para mim este livro ganha apenas duas estrelinhas nos sites de relacionamento de leitores.
    Primeiramente, quero falar do coloquialismo desnecessário, porém bem construído, que deve ter sido bem adequado pela ótima tradutora da obra. Não estava acostumada a ler esse tal gênero dos personagens doentes e focado no público jovem adulto. Eu esperava um pouco mais. Me desapontei.
Claro que coloquialismo é necessário, ainda mais para um público leitor que exige esse foco, mas não precisava tanto.
    Agora o que mais me chocou, de verdade, foi a excessiva inteligência e capacidade reflexiva de pessoas tão jovens. John Green, você não me convenceu com o fato de que receberem o diploma pela terminalidade da doença tenha propiciado tamanha inteligência e intelectualidade para garotos tão jovens e com problemas tão sérios.
    Falar da pessoa com câncer e desmistificar tudo o que é idiotizador, principalmente para dar aos outros que estão envolvidos na doença, mas não como o próprio paciente, um sitocomêtro, foi o ponto auge de sua obra. Acho que essa é a maior função da literatura, e por isso sua obra é bastante valorosa. Isso não me desapontou.
    Porém,a forma utilizada, do casalzinho central e tudo mais, isso cansa um pouco. Quando chegou à parte do autor do UAI, achei que seria uma saga, mas não foi. Não me desapontei sobre o desfecho dessa parte, claro, foi interessante. Mas eu queria mais.
   Não me emocionei, e sim, tive empatia com as personagens, mas os fatores que deveriam me fazer chorar não fizeram. Isso é difícil de acontecer, não me fazer chorar. Mas fatalmente li sem despontar uma só lágrima. Talvez a culpa tenha sido minha e não das estrelas, já que elas não prometeram nada, a expectativa foi minha e pertence ao meu contexto de encontro com o livro.
   Recomendo sim, mas não espere muito se está acostumado a uma literatura mais rebuscada, e se está, recomendo mais ainda pelo fato de ser um livro leve e bom para limpar a cabeça das coisas mais complexas, pois é uma comédia romântica para preparar a mente e exigir pouco dela. Mesmo que as referências que ela traga sejam de fato interessantes, elas não fazem diferença para a narrativa.
   Não pretendo mesmo, de forma alguma, ofender ao autor e nem mesmo aos seus leitores e fãs, muito menos com meu coloquialismo estético e proposital. Os admiro e espero que continuem lendo e produzindo muito, mas que não parem por aí. Desbravem o mundo literário, e formem novos leitores, o mundo precisa! Obrigada John Green.

26/5/2014

domingo, 20 de maio de 2018

Cookie vegano de chocolate


.   Hoje encontrei chocolate perto do vencimento na dispensa, e estava com fome. Encontrei essa receita neste link.



tempo de preparo .               ⭐⭐⭐⭐⭐
tempo pra ficar pronto         ⭐⭐⭐⭐⭐
facilidade                             ⭐⭐⭐⭐⭐
gostosa                                  ⭐⭐⭐
preço                                     ⭐⭐⭐

Nota da D Solange
Sabor                                    ⭐⭐⭐⭐⭐
Textura                                 ⭐⭐⭐⭐⭐
Crocância                             ⭐⭐⭐⭐
Perfume                                ⭐⭐⭐⭐⭐

Ingredientes:
  • 1 ½ xícara de farinha de trigo;
  • ½ xícara de açúcar mascavo;
  • ¼ colher de chá de fermento químico em pó;
  • ¼ colher de chá de canela em pó;
  • 1 colher de sopa de cacau em pó;
  • ½ xícara de óleo de coco;
  • ¼ xícara de leite vegetal;
  • ½ ¾ xícara de chocolate vegano picado.
Modo de preparo:
Pré-aqueça seu forno a 180°C. Misture bem todos ingredientes secos (farinha, açúcar, fermento, canela e cacau) em um bowl. Abra um espaço no meio e adicione ingredientes líquidos (óleo de coco e leite). Misture bem até que esteja tudo bem incorporado e homogêneo. Adicione chocolate picado e misture com as mãos. Divida a massa em aproximadamente 16 bolinhas. Coloque a massa em uma forma antiaderente e untada com óleo de coco. Achate cada bolinha com as mãos até obter um cookie. Leve ao forno pré-aquecido por 8 minutos. Deixe esfriar por 10 minutos e sirva em seguida.

sábado, 19 de maio de 2018

Série contos de fadas: Rapunzel

   A primeira ilustração da série contos de fadas do clã dos cabeças é de Marina Maurício, e representa Rapunzel em sua máxima solidão e feminilidade.

Lápis de cor Faber Castell 48 cores linha escolar 
e papel Canson linha escolar 

Doações para a sala de leitura








Agradecimentos aos doadores Paula, Julia, Higor, 
Laura e Ester! Que a força esteja com vocês!