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terça-feira, 14 de maio de 2019

Artistas do 5D


MEUS ALUNOS DA SALA DE LEITURA E ALUNOS DA PROFESSORA MARIANA ARRASANDO NA ARTE DA LETRA ARTÍSTICA,
VOU PEGAR TODOS PRA MIM NO 
PROJETO DE LEITURA E EXPRESSÃO CRÍTICA!















terça-feira, 7 de maio de 2019

Teseu e o Minotauro





   Havia na ilha de Creta um rei muito cruel chamado Minos. Era um verdadeiro tirano. Aterrorizava seus súditos, perseguia quem discordava dele, aprisionava e torturava seus opositores. E expandia seus domínios por outras ilhas e até sobre algumas cidades do continente.
   Todos os anos, os povos submetidos a seu domínio deviam enviar-lhe como tributo sete virgens e sete rapazes, para serem devorados pelo Minotauro, um monstro metade homem e metade touro, que vivia nos porões do palácio real.
   Aliás, esses porões eram diferentes de todos os outros. Para garantir que jamais alguém conseguiria fugir de lá, o rei Minos contratou o maior arquiteto da época, Dédalo, e ordenou que ele planejasse e construísse um labirinto complicadíssimo no subterrâneo do palácio. Depois, encerrou lá dentro o próprio Dédalo e seu filho Ícaro, que o ajudara nos trabalhos dessa construção.
   Uma das cidades que sofriam sob o domínio de Minos era Atenas. Todo anos seus habitantes deviam escolher algumas vítimas para serem enviadas ao Minotauro. Decidido a libertar sua terra dessa barbaridade,Teseu, filho do rei de Atenas, se ofereceu para fazer parte do grupo. Tinha esperança de enfrentar e vencer o monstro. Caso contrário, morreria na tentativa.


   Ao chegarem a Creta, as vítimas escolhidas foram exibidas ao rei - como era de costume. Mas acontece que Ariadne, a filha de Minos, também estava presente e se apaixonou pelo heróis. Aproveitou que o grupo de prisioneiros estava ainda no próprio palácio real e foi procurar Teseu em segredo. Ele também se mostrou apaixonado por ela. ?Ariadne então resolveu ajudá-lo a matar o monstro e a fugir, em troca da promessa de que depois o príncipe a levaria consigo para longe.
   Feito esse trato, ela deu a ele dois presentes que iriam possibilitar sua vitória. Primeiro, trouxe-lhe uma espada, já que, naturalmente, os primeiros não dispunham de arma alguma.
   - Ah, Teseu, por mais fortee valente que você seja, jamais a conseguirá matar um monstro terrível como o Minotauro apenas com a força de suas próprias mãos. Vai precisar de uma arma...
   Mas uma vitória sobre o Minotauro não estaria completa se depois os herói continuasse prisioneiro. E Ariadne deu então a Teseu algo muito simples e muito precioso: um novelo de lã.
   - O que eu vou fazer com isso? - perguntou ele.
   - Leve o novelo quando entrar no labirinto. Prenda uma ponta na entrada e vá desenrolando o frio à medida que for entrando. Quando tiver que sair, basta seguir a linha e irá encontrando o caminho de volta.
   Graças a essa ajuda e a ideia, Teseu foi bem sucedido. Conseguiu matar o Minotauro e escapar do labirinto. Com isso, libertou Atenas da obrigação anual daquele tributo odioso e desumano. Libertou os prisioneiros que estavam nos porões do palácio e organizou a fuga de todos. Quebrou todas as naus cretenses para não ser perseguido e fez sua viagem com os companheiros no único navio poupado.
   Cumprindo sua promessa, Teseu levou também Ariadne. Mas na primeira parada da embarcação, esperou a moça dormir e a abandonou sozinha na ilha de Naxos, seguindo para Atenas sem ela.








   Não era um comportamento nada digno para alguém que queria ser um grande herói. Revelava a fraqueza de caráter que iria acompanhá-lo pelo resto da vida.  Teseu viveu depois outras aventuras, conseguiu vitórias, mas teve um fim trágico. Causou a morte do próprio pai e, mais tarde, também do seu filho. Por essas e outras, seu povo não gostava dele. NO final da vida teve que se exilar em outro reino, onde acabou sendo traído e assassinado.
   Quanto a Ariadne, quando acordou em Naxos, ainda chegou a ver o barco de Teseu se afastando e sumindo no horizonte. Ficou desesperada e chorou muito. Chorou tanto e era tão bonita que sua tristeza comoveu o deus Dionísio, que resolveu vistá-la na ilha. Chegou com um cortejo enorme e animado, com muita música e festa, para consolar a pobre moça abandonada. Os dois acabaram se apaixonando. O deus casou com ela e por causa disso a jovem Ariadne, embora mortal, foi viver para sempre com ele no Olimpo.

Mito adaptado por Ana Maria Machado que organizou no livro Clássicos de verdade: Mitos e Lendas greco-romanos, ilustrado por Thais Linhares.



Resenha de Diário de um Banana


   Esse livro eu li em menos de uma semana. E se você acha que esse livro é "só para crianças", sinto muito em lhe dizer, mas você está errado! Todos que lerem esse livro vão amar, ele tem algumas piadinhas engraçadinhas, porém, não muito infantis.
   O livro conta sobre o dia-a-dia de Greg, que decide registrar tudo em um caderno, e não um diário -como diz sua mãe -, e ele vive grandes aventuras com seu melhor amigo Rodrick, e seu irmão mais velho, Manny. 
   Greg sempre joga vídeo game e seonha ser famoso ou reconhecido, mas só fica no sonho mesmo. Esse livro eu recomendo a todos, principalmente para aqueles que gostam de grandes aventuras, e de livros engraçados!

Máira Karine - 6D


domingo, 21 de abril de 2019

A criação do universo, conto do livro Príncipe medroso e outros contos africanos

(CONTO IORUBÁ DA NIGÉRIA E DE OUTROS PAÍSES DA ÁFRICA OCIDENTAL)

Quando ainda existia nada como conhecemos hoje, havia uma grande extensão de céu e uma enorme extensão de mar. Olorum era o rei e deus do céu e Olocum era a rainha e deusa do mar. Os dois reinos estavam totalmente separados e nunca houvera nenhum conflito entre as duas divindades. Olorum estava satisfeito com seu reino e quase nunca sabia de nada do que acontecia abaixo do céu. Olocum também estava contente com seu reino, embora ali não houvesse vegetação nem criaturas de espécie alguma.




Mas o jovem aprendiz de deus Obatalá, que não concordava muito com essa divisão, olhou para baixo lá de cima do céu e disse a si mesmo:

- O reino que temos abaixo de nós tem um aspecto deplorável. É preciso fazer alguma coisa para melhorá-lo! Se pelo menos houvesse montanhas e bosques para dar-lhe outro aspecto e um o pouco mais de cor!




Foi assim que Obatalá decidiu ir ver seu rei Olorum para explicar-lhe sua ideia.

- Preciso admitir que você tem razão. As montanhas e os vales que você descreve seriam muito melhores que essa mancha imensa que temos lá embaixo. Mas quem vai criar esse novo mundo? E de que jeito? - disse Olorum.

- Se você deixar, eu mesmo vou tentar- respondeu Obatalá, com voz segura.

- Está bem. Tem minha permissão. MAs antes você terá que ir ver meu filho. Orunmilá. Você já sabe que ele tem o poder de prever acontecimentos futuros e de encontrar soluções.

No dia seguinte, Obatalá foi ver o filho de Olorum. Depois de fazer seu ritual de adivinhação, Orunmilá disse:


- Você precisa encontrar uma corrente de ouro tão comprida que lhe permita descer do céu até as águas do reino que temos embaixo. Ao descer, tem que levar junto um caracol  cheio de areia, uma galinha branca, um gato preto e uma tâmara. É tudo o que você necessita para conseguir seu intento.

Obatalá ouviu-o atentamente. A primeira coisa que fez foi ir ver um ferreiro para encomendar-lhe a corrente de ouro. Mas acontece que ele não tinha ouro o suficiente. Assim, teve que visitar todos os deuses do reino de Olorum para pedir que lhe dessem ouro para fabricar a corrente mais comprida possível. Quando a corrente ficou pronta, Orunmilá deu um saco para Obatalá. Dentro dele havia tudo de que ele precisava: o caracol cheio de areia, a galinha branca, o gato preto e a tâmara. O jopvem deus amarrou o saco nas costas e começou a descer até as águas. Descia e descia lentamente, sentindo a umidade que subia das águas. Até que a corrente acabou..., ,as ele ainda estava alto demais para pular! De repente, ouviu a voz de Orunmilá, que lhe ditava o que devia fazer:

- Pegue o caracol que você tem dentro do saco e jogue toda a areia na água!

Obatalá fez o que lhe dizia Orunmilá.

- Agora jogue a galinha - gritou Orunmilá.

Obatalá pegou a galinha do saco e jogou nas águas. A galinha foi cair onde havia caído antes a areia. Tentava caminhar por cima das águas para não se afogar, e os grãos de areia iam se transformando em terra firme e seca. Os grãos maiores, pareciam vales. Obatalá decidiu que já podia pular da corrente. Caiu sobre a terra e andou todo sorridente. Agora havia terra em todas as direções. No lugar onde caiu ao saltar da corrente, ou seja, no primeiro pedaço de terra que pisou, ele abriu um buraco com as mãos e plantou a tâmara. Imediatamente a tâmara se transformou numa palmeira e um pouco adiante apareceu outra, e outra, e mais uma... Com alguns troncos de palmeira caídos e algumas folhas, Obatalá construiu uma cabana e ali viveu em companhia do gato preto.

A deusa Olocum estivera observando todo o processo de criação daquele reino entre o céu e o mar e achou que estava bom. E desde aquele instante Obatalá se converteu no deus da terra. E tudo começou a ser tal como conhecemos hoje. 

páginas 93 - 95 do livro.





Artes da Rayane Fongaro

Algumas das artes mais recentes da Rayane Fongaro, algumas são homenagens, outras criações!






terça-feira, 16 de abril de 2019

Resenha de "75 conselhos para sobreviver a um acampamento"

por DAYANE, 8A

Quando você tem doze anos, a vida pode ser bem difícil. Você não toma suas próprias decisões e sim seus pais. E mesmo quando o jogo do contra sair errado, não se desespere, pois aqui estão 75 conselhos mágicos para ir ao acampamento e tudo dar certo... ou quase!

Sarah é literalmente obrigada a ir ao acampamento, onde aprende muitas coisas e repassa seus conselhos, inclusive este com: a marina, faisão, jorge, rebeca, Vicky, Julia, Hugo, Carmem (mini Sarah) Lebron e James.

Chegando lá com uma big bolsa pesadona, já passando mal e vomitando no tênis dos outros, e colocando tênis um gambá quase morto na cabeça para representar o time, Sarah inventa o verão no acampamento.