Hugo costuma desenhar sem colorir e ganhou um estilo próprio, ele
fez 45 personagens com perfil heroico e mandou o Pando para a gente conhecer! Estou encantada com o traço dele! <3
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terça-feira, 14 de julho de 2020
quinta-feira, 25 de abril de 2019
domingo, 21 de abril de 2019
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Série conto de fadas: A bela e a fera de José
A arte do José é baseada nas ilustrações do conto da Disney e revela a ironia e ilusão dos personagens que na verdade nem sempre revelam a verdadeira moção dos desejos, e em contra partida a isso ele usou os emojis para que possamos refletir sobre a realidade do que esses contos podem trazer sobre a rotina das relações interpessoais nas relações sociais e na proposição do que o filme aborda.
ISMÁLIA
de ALPHONSUS DE GUIMARAENS
| Adicionar legenda |
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Fuga
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| Ouça o conto neste link |
Eles fugiam desesperadamente. Estavam em um lugar estranho e não sabiam exatamente como tinham ido parar ali. Michele e Humberto eram irmãos. Enquanto eles corriam por ruas escuras e sujas, ofegando e com medo, ele perguntou a ela:
– Vamos ligar para a mãe!
– Tá, entra ali.
Eles entraram em uma porta que estava aberta, era uma lanchonete, mas não havia luz lá dentro. Eles procuraram os celulares nos bolsos, mas ela estava sem o seu aparelho. Humberto então pegou o dele e discou, a luz abrangeu o lugar onde estavam agachados. Havia todo tipo de barulhos lá fora, mas eles não reconheciam nenhum. Era um barulho de metal cantando e rangendo al ser esfregado em mais metal.
O telefone chamava, mas a mãe não atendeu.
– Humberto, não podemos ficar aqui parados, pois não sabemos onde estamos, vamos procurar a delegacia e ver se alguém nos ajuda!
– Mas como saberemos onde há uma delegacia?
O barulho de passos arrastados chegava mais perto. Ela se levantou e puxou Humberto pela mão saíram por trás da lanchonete, e lá era uma rua sem saída. Eles tentaram pular o muro, mas era impossível. A casa tinha arame e eles não conseguiriam pular. Ela sabia que o cheiro do sangue chamaria a atenção daquilo.
Eles se esgueiraram para voltar a rua da frente e voltaram por onde vieram. Toda a rua suja estava úmida, era sangue e cabelo para todo lado, mas não via mais nada. Ela pegou a faca que tinha guardada para poder defenderem-se, e andaram sem fazer barulho, até que então o cheiro de morte subiu no ar e um grito terrível ressoou no ambiente. Não era possível identificar de onde vinha, eles se abaixaram, pois a sensação era de que um tiro havia sido disparado de algum lugar. Mas não havia tiro, era só o grito.
Neste momento avistaram Luly, a cadela da família.
– Ela não nos viu.
– Vem Luly, vem! – chamou o irmão.
A cadela veio ao encontro deles latindo toda feliz, estava sangrando muito e com dor. Eles a pegaram no colo. Era um cão grande, mas não poderiam deixa-la ali. Porém ela não parava de -fazer barulho:
– Shhhhh, Luly, shhhhhh.
Quando estavam chegando no carro dos seus pais, que estava todo apagado Michele sentiu como se houvesse alguém olhando para eles, mas ao se virar conseguiu ver nada. Sentiu o coração acelerar e as pernas endurecerem, Humberto gritou para ela, mas não conseguiu olhar para ele, pois ele havia desaparecido, assim como Luly, que estava em seu colo. O carro parecia derreter, será que jogaram ácido? Nada daquilo fazia sentido. Michele começou a chorar e gritar desesperada, chamando pela sua mãe.
- Acorda Michele! Você está tendo um pesadelo. - Humberto a chacoalhava. - não faça barulho, pois ele vai nos achar. - Luly estava sobre ela, resfolegando.
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Sempre do ponto de vista de crianças, suas protagonistas, os contos da Obra Perturbadora pretendem mexer com seu leitor, trazendo experiências de leitura com finais abertos e incongruências propositais, que podem até parecer em primeiro momento uma falha da autora, porém, o resultado no leitor é, em geral, atingido e previsto durante a sua produção.
Prepare-se para sentir estranheza, insegurança, suspense, violência, e principalmente a expectativa que traz a melhor sensação do suspense. A autora busca em alguns contos contextualizar o seu leitor para depois apresentar um desfecho incongruente ou violento, ou de uma forma muito distinta não contextualiza o leitor e dá toda a situação ocorrida e o que se espera é que a experiência do leitor trabalhe com as questões que surgem, de forma a trazer à tona a própria identidade do leitor, seja instigando-o a buscar respostas que não terá, a se revoltar com a falta de informação desejada ou a lidar com o prazer da sensação atingida na leitura. Que tipo de leitor é você? Um detetive, que quanto mais instigado mais busca saber? Um frustrado que para a leitura por não aceitar o jogo da autora? Um imaginativo que complementa as histórias com as possibilidades e se delicia, seja com o contexto que lhe é cobrado ou com o desfecho que é incongruente?
Descubra-se lendo a Obra Perturbadora, contos curtos e rápido de terror, mistério e suspense que trazem desde os mais clássicos terrores psicológicos até os mais modernos, influenciados por Edgar Alan Poe, Stephen King, Lovercraft, entre outros, além de o cinema do século XX e XXI.
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terça-feira, 21 de agosto de 2018
Conto de fadas: Cinderela
A terceira ilustração da série contos de fadas do clã dos cabeças é de Rayani, e representa Cinderela após se casar, questionando a posição da mulher, mesmo que numa posição de liderança e superioridade hierárquica, e a sua liberdade real segundo as convenções sociais, pois mesmo buscando ser livre, o que ela conquistou foi conforto, dentro da perspectiva de ser mulher em uma sociedade patriarcal.
Lápis de cor Faber Castell 24 cores com uma ajuda do 48 cores.
Lápis de cor Faber Castell 24 cores com uma ajuda do 48 cores.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
sábado, 15 de outubro de 2016
Obra Perturbadora
A Cultreco é produzida pela Laura Lucy Dias, que além de desenhar escreve contos de terror e suspense, preparando um livro infanto-juvenil para esse ano. Além de ilustrar os contos ela também tem gravado os audios para o audio livro, aqui vamos colocar as imagens, os links para os contos e os audios que já estão prontos e online. Apreciem.
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| ZONA MORTA |
Audio
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| Aneurisma |
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Duro conhecimento |
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Fria sincronia |
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Sombras da noite |
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A dor do saber
Audio
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Carona à garota perdida |
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É de satanás |
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Possessão |
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| Quem bate à porta |
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
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